É engraçado como a vida é. Como o tempo pode fazer com que pessoas se afastem, outras se aproximem e que as relações mudem tanto.
Reencontrar pessoas com quem tinha tantos assuntos e debatiam sobre diversos fatores e agora parece tudo tão distante. E certas conversas parecem não mais fazer algum sentido. É meio frio, meio que como se ali existisse uma barreira que apenas foi construída pelo tempo, ou até mesmo pela falta dele e por isso o afastamento.
Ao mesmo tempo existem pessoas que nos parece serem eternas amigas, mesmo que o tempo e a distância tenham se incumbido de afastá-las, sempre que se encontram é como se tivessem se visto à pouco. O papo flui normalmente, as risadas, as brincadeiras. Não como a dez anos atrás, mas de forma igualmente prazerosa. Por dentro, bate uma pontinha de saudade, porque era muito bom. Mas ao mesmo tempo, percebe que muitas outras coisas vieram, diversas pessoas entraram em sua vida, infinitos acontecimentos houveram pela decisão do caminho que seguiu. Mesmo em rumos diferentes, suas estradas sempre acabam se cruzando e esse reencontro é de muita felicidade.
Uma saudade que às vezes aperta, mas acalma, por saber que esta ali. Perto, sempre e para sempre. Assim espera.
*******
Porque em toda festa surpresa sempre tem um “infeliz” que resolve, por um ímpeto de egoísmo ou mesmo por apenas distração, acabar com o sentido da palavra. Qual a dificuldade de compreensão do significado de surpresa?! Para os que ainda desconhecem, aí esta: ato ou efeito de surpreender ou de ser surpreendido; sobressalto; prazer inesperado; notícia ou coisa que alguém prepara para surpreender outra; sucesso imprevisto.
Enfim; ainda assim foi bom; muito bom. E como foi.
Existem momentos que sempre gostaria de se lembrar; a serenata (ou seresta) dos amigos, com direito a batucada na porta do armário, é um deles. Não sabem ao certo como desencavaram a letra, simplesmente hilário.
“Quem dera ser um peixe. Para em teu límpido aquário mergulhar. Fazer borbulhas de amor pra te encantar. Passar a noite em claro dentro de ti ...” - Fagner
Reencontrar pessoas com quem tinha tantos assuntos e debatiam sobre diversos fatores e agora parece tudo tão distante. E certas conversas parecem não mais fazer algum sentido. É meio frio, meio que como se ali existisse uma barreira que apenas foi construída pelo tempo, ou até mesmo pela falta dele e por isso o afastamento.
Ao mesmo tempo existem pessoas que nos parece serem eternas amigas, mesmo que o tempo e a distância tenham se incumbido de afastá-las, sempre que se encontram é como se tivessem se visto à pouco. O papo flui normalmente, as risadas, as brincadeiras. Não como a dez anos atrás, mas de forma igualmente prazerosa. Por dentro, bate uma pontinha de saudade, porque era muito bom. Mas ao mesmo tempo, percebe que muitas outras coisas vieram, diversas pessoas entraram em sua vida, infinitos acontecimentos houveram pela decisão do caminho que seguiu. Mesmo em rumos diferentes, suas estradas sempre acabam se cruzando e esse reencontro é de muita felicidade.
Uma saudade que às vezes aperta, mas acalma, por saber que esta ali. Perto, sempre e para sempre. Assim espera.
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Porque em toda festa surpresa sempre tem um “infeliz” que resolve, por um ímpeto de egoísmo ou mesmo por apenas distração, acabar com o sentido da palavra. Qual a dificuldade de compreensão do significado de surpresa?! Para os que ainda desconhecem, aí esta: ato ou efeito de surpreender ou de ser surpreendido; sobressalto; prazer inesperado; notícia ou coisa que alguém prepara para surpreender outra; sucesso imprevisto.
Enfim; ainda assim foi bom; muito bom. E como foi.
Existem momentos que sempre gostaria de se lembrar; a serenata (ou seresta) dos amigos, com direito a batucada na porta do armário, é um deles. Não sabem ao certo como desencavaram a letra, simplesmente hilário.
“Quem dera ser um peixe. Para em teu límpido aquário mergulhar. Fazer borbulhas de amor pra te encantar. Passar a noite em claro dentro de ti ...” - Fagner
1 comentário:
pasme! segundo o pai dos burros e meu avô, serenata e seresta são absolutamente a mesma coisa! ou quase! que vivam as "seresnatas"!!!
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