Não sabemos exatamente por quanto tempo, mas no momento é assim. Não foi programado, muito menos debatido, simplesmente aconteceu.
Não de uma hora para hora, não por um motivo específico, mas sim por um conjunto de fatores que, por mais que detectado, não se conseguiu mudar.
Que cada um tem uma maneira de pensar, seguir, agir. É fato. Cabe sempre ao outro quando não entende, ao menos respeitar. Certo?! Não, errado. Deveria ser assim. As coisas seriam mais fáceis e os relacionamentos bem mais tranqüilos. Existem vontades, desejos que não conseguimos aceitar, existem questões religiosas que batem de frente, existe a família do outro que muitas vezes tenta interferir. Como se já não bastasse implicâncias normais que temos um pelo outro, coisas do dia-a-dia, ainda tem que vir esse batalhão de problemas para atrapalhar?!
Depois de rodadas de chopp´s, o assunto na mesa era relacionamento x religião. Não que para alguns importe, mas em compensação para outros, é fundamental.
Ele não casa com ela porque não são da mesma religião. A conversão não é uma opção. Ela, por sua vez, não abre mão de entrar linda na igreja, de véu , grinalda com direito a flores caindo. A família dele então, nem sonha com essa condição. Fim da questão. Melhor seguir a vida cada um no seu rumo.
Será?! Mas como?! Não sei se pela minha criação, não muito católica, mas também nem muito judaica, não vejo problemas em, até mesmo uma terceira, caso me provem seus fundamentos e afins. Não consigo é aceitar um relacionamento acabar não, por brigas, ou falta de amor, mas por incompatibilidade de crenças. Como deixar seu “príncipe” que um dia chegou no seu cavalo branco e te fez acordar, ir embora, assim. A vontade deve ser resgatar lá do fundo, seu lado madrasta da branca de neve e rogar todas as pragas do mundo! Dá para entender. O que não dá é para aceitar deixar a vida passar, abrir mão do que se quer, porque alguém, um dia falou que isso não podia acontecer. Quem tem esse poder de limitar a felicidade alheia?!?!
Depois dos debates, cheguei a mais uma conclusão: já que não temos, infelizmente, visão além do alcance, e nenhum outro super poder para saber se estamos entrando numa fria, ou não! Vale incluir no hall de questões básicas do “checklist”: Qual a sua religião? (nossa, não consigo imaginar alguém fazendo essa pergunta!!!)
Não é a toa que, para alguns, seja tão complicado conhecer alguém! Como para amigos não tem casamento, e as barreiras do convívio são bem menores... É por essas e outras, que somos hoje; um por todos e todos por um!
Não de uma hora para hora, não por um motivo específico, mas sim por um conjunto de fatores que, por mais que detectado, não se conseguiu mudar.
Que cada um tem uma maneira de pensar, seguir, agir. É fato. Cabe sempre ao outro quando não entende, ao menos respeitar. Certo?! Não, errado. Deveria ser assim. As coisas seriam mais fáceis e os relacionamentos bem mais tranqüilos. Existem vontades, desejos que não conseguimos aceitar, existem questões religiosas que batem de frente, existe a família do outro que muitas vezes tenta interferir. Como se já não bastasse implicâncias normais que temos um pelo outro, coisas do dia-a-dia, ainda tem que vir esse batalhão de problemas para atrapalhar?!
Depois de rodadas de chopp´s, o assunto na mesa era relacionamento x religião. Não que para alguns importe, mas em compensação para outros, é fundamental.
Ele não casa com ela porque não são da mesma religião. A conversão não é uma opção. Ela, por sua vez, não abre mão de entrar linda na igreja, de véu , grinalda com direito a flores caindo. A família dele então, nem sonha com essa condição. Fim da questão. Melhor seguir a vida cada um no seu rumo.
Será?! Mas como?! Não sei se pela minha criação, não muito católica, mas também nem muito judaica, não vejo problemas em, até mesmo uma terceira, caso me provem seus fundamentos e afins. Não consigo é aceitar um relacionamento acabar não, por brigas, ou falta de amor, mas por incompatibilidade de crenças. Como deixar seu “príncipe” que um dia chegou no seu cavalo branco e te fez acordar, ir embora, assim. A vontade deve ser resgatar lá do fundo, seu lado madrasta da branca de neve e rogar todas as pragas do mundo! Dá para entender. O que não dá é para aceitar deixar a vida passar, abrir mão do que se quer, porque alguém, um dia falou que isso não podia acontecer. Quem tem esse poder de limitar a felicidade alheia?!?!
Depois dos debates, cheguei a mais uma conclusão: já que não temos, infelizmente, visão além do alcance, e nenhum outro super poder para saber se estamos entrando numa fria, ou não! Vale incluir no hall de questões básicas do “checklist”: Qual a sua religião? (nossa, não consigo imaginar alguém fazendo essa pergunta!!!)
Não é a toa que, para alguns, seja tão complicado conhecer alguém! Como para amigos não tem casamento, e as barreiras do convívio são bem menores... É por essas e outras, que somos hoje; um por todos e todos por um!
1 comentário:
Olha, A.P., acho que eu estava nessa mesa - hehehe!
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