Soube que chove e faz frio no Rio. Em Paris, o clima é quase o mesmo. O céu esta um pouco nublado, mas nada que atrapalhe. As malas ficaram no chão do quarto do hotel, que nem reparou se era bom ou ruim. Saiu correndo para andar pelas ruas. Por mais que já tenha estado por aqui, é impressionante como chegar é sempre maravilhoso e a beleza dessa cidade é algo de indescritível.
Foi meio que levada sozinha para um dos pontos que mais admira, a Notre Dame. A beira do Sena, ali estava ela. Entrou, admirou mais uma vez sua beleza. Lembrou da última vez que ali esteve. E subiu, para que lá de cima, mesmo no meio da névoa que tomava conta do cinza da cidade, pudesse apreciar tudo do alto. Ali ficou um tempo.
Ao sair de lá, sentou em um café e ficou apreciando o vem e vai das pessoas. Como era bom estar ali.
Seguiu para o Museu Rodin, na sua memória, aquele lugar era lindo e foi exatamente o que encontrou ao entrar. Ele fica logo ali, ao lado de Les Invalides, perto da ponte Alexander III e mais a alguns passos, da conhecida Champs-Elysées Avenue. No jardim, permaneciam as esculturas em pedra, em bronze, uma espetacular recepção para quem acabava de pisar em Paris. Podia passar horas e horas vagando por ali. E foi o que fez.
Já era noite quando foi se encontrar com amigos que há tempos não via. Sentaram na varanda do restaurante e entre garrafas e mais garrafas de vinho, colocaram o papo em dia, junto de risos e de sua felicidade que voltava a vibrar dentro de si. Essa era ela, e assim foi bom ver como a escolha de só viajar para uns dias de férias era melhor do que se mudar de vez. Sua chefe tinha razão. E ela estava feliz por ter acatado a boa sugestão.
*************
“Andam fazendo de tudo querendo tirar meu humor. Greve de paz, greve de amor.
Um bom malandro não tomba!
Tô sonhando, mas eu sou feliz. Só sonhando, porque eu sou feliz!”
**********
A letra acima, mostra que o último texto (Ctrl – Alt- Del) foi escrito de maneira a colocar para fora vontades e desejos que tomavam conta de seus pensamentos naquele momento. Nem tudo o que escreve é verídico. Muitas vezes são personagens e histórias fictícias. Mas nada que justifique uma real partida. Não definitiva. Porque de definitivo nada temos ou sabemos.
Em um texto leu sobre a escolha entre ter razão e ser feliz. No filme que assistiu, falavam de porque não esperar, se algo melhor pode aparecer. Pode ser.
O que importa é que sua decisão sempre será ser feliz. Porque assim ela é.
Foi meio que levada sozinha para um dos pontos que mais admira, a Notre Dame. A beira do Sena, ali estava ela. Entrou, admirou mais uma vez sua beleza. Lembrou da última vez que ali esteve. E subiu, para que lá de cima, mesmo no meio da névoa que tomava conta do cinza da cidade, pudesse apreciar tudo do alto. Ali ficou um tempo.
Ao sair de lá, sentou em um café e ficou apreciando o vem e vai das pessoas. Como era bom estar ali.
Seguiu para o Museu Rodin, na sua memória, aquele lugar era lindo e foi exatamente o que encontrou ao entrar. Ele fica logo ali, ao lado de Les Invalides, perto da ponte Alexander III e mais a alguns passos, da conhecida Champs-Elysées Avenue. No jardim, permaneciam as esculturas em pedra, em bronze, uma espetacular recepção para quem acabava de pisar em Paris. Podia passar horas e horas vagando por ali. E foi o que fez.
Já era noite quando foi se encontrar com amigos que há tempos não via. Sentaram na varanda do restaurante e entre garrafas e mais garrafas de vinho, colocaram o papo em dia, junto de risos e de sua felicidade que voltava a vibrar dentro de si. Essa era ela, e assim foi bom ver como a escolha de só viajar para uns dias de férias era melhor do que se mudar de vez. Sua chefe tinha razão. E ela estava feliz por ter acatado a boa sugestão.
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“Andam fazendo de tudo querendo tirar meu humor. Greve de paz, greve de amor.
Um bom malandro não tomba!
Tô sonhando, mas eu sou feliz. Só sonhando, porque eu sou feliz!”
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A letra acima, mostra que o último texto (Ctrl – Alt- Del) foi escrito de maneira a colocar para fora vontades e desejos que tomavam conta de seus pensamentos naquele momento. Nem tudo o que escreve é verídico. Muitas vezes são personagens e histórias fictícias. Mas nada que justifique uma real partida. Não definitiva. Porque de definitivo nada temos ou sabemos.
Em um texto leu sobre a escolha entre ter razão e ser feliz. No filme que assistiu, falavam de porque não esperar, se algo melhor pode aparecer. Pode ser.
O que importa é que sua decisão sempre será ser feliz. Porque assim ela é.
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