
Poderia escrever sobre mil coisas, assunto é o que não falta, principalmente sendo segunda-feira, depois de um fim de semana com tantos momentos bons. Poderia relatar sobre a dominação de uma mega mesa na varanda do Braseiro, sobre as risadas no Jobi, em horários bem variados, sobre nossa cervejinha num pé sujo na Praça Mauá, a desenvoltura no samba na Gamboa, o papo cabeça com trilha sonora do Trio Guanabara, sobre os amigos imaginários Antonio e André, sobre a epidemia de máquinas digital, sobre papos mil no Braca pós praia, sobre ir de “penetra” em uma festa e ainda levar mais três junto, sobre a mania que se espalha de sair da casa dos amigos e levar um copo de recordação, sobre aprender a falar grego entre chopes e sambas; sobre a garrafa de champagne que nunca chegou para comemorar minha promoção no trabalho; sobre Biscoito Globo e cerveja... Enfim, podia...
Alguém ontem me perguntou se eu escreveria um texto sobre os acontecimentos e respondi que sim. Mas agora, aqui, diante da tela do computador, recordando tudo e rindo sozinha, acho que não farei. Contraditório, porque já estou a fazer né...
Foi bom. E como foi. Fica na recordação...
**********
Nos comentários sobre um texto que li, falei de viver cada momento como se fosse o último e me responderam com a letra de Renato Russo: “é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há” – concordo. E tem sido assim. Às vezes acho que quero mais, que quero coisas que de repente não podem me dar. Nada material. Outro tipo de coisa... Não devo esperar demais e achar que irão fazer assim porque eu faria. Melhor deixar para lá...
********
Como resumo do fim de semana fica a frase de um texto que li ontem, da Revista: “Não se sabe quem tomou a iniciativa, se foi ela que sorriu de um jeito mais insinuante ou se ele que acordou de manhã com o ímpeto de sair da rotina.”
********
É. Tamo junto e misturado!
“Se agapo”! (acho que escreve assim)
Alguém ontem me perguntou se eu escreveria um texto sobre os acontecimentos e respondi que sim. Mas agora, aqui, diante da tela do computador, recordando tudo e rindo sozinha, acho que não farei. Contraditório, porque já estou a fazer né...
Foi bom. E como foi. Fica na recordação...
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Nos comentários sobre um texto que li, falei de viver cada momento como se fosse o último e me responderam com a letra de Renato Russo: “é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há” – concordo. E tem sido assim. Às vezes acho que quero mais, que quero coisas que de repente não podem me dar. Nada material. Outro tipo de coisa... Não devo esperar demais e achar que irão fazer assim porque eu faria. Melhor deixar para lá...
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Como resumo do fim de semana fica a frase de um texto que li ontem, da Revista: “Não se sabe quem tomou a iniciativa, se foi ela que sorriu de um jeito mais insinuante ou se ele que acordou de manhã com o ímpeto de sair da rotina.”
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É. Tamo junto e misturado!
“Se agapo”! (acho que escreve assim)
2 comentários:
Tá qu etá hein !! hahaha
Eu li o texto ..sobre o cara do escritório em frente e a artista famosa! Mt legal .
Chica, temos que voltar lá pra tomar o tal caldo de feijao na tijela com uma boa cervejinha gelada e escutando música sertaneja, hahaha.
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